Charles Telles

O itaunense Charles Telles foi diretor municipal de Cultura entre 2005 e 2008. Mas, antes de voltar à cidade natal e assumir o cargo, ele morou por 15 anos em Belo Horizonte. Na capital, participou de eventos importantes em todo o cenário estadual, atuando como coordenador de produção do Festival Internacional de Teatro Palco e Rua – FIT/BH e também do Encontro Mundial de Artes Cênicas – Ecum.

Em Itaúna, Charles foi responsável por grande movimentação no setor cultural quando esteve à frente do departamento. Além do 1º Festival Nacional de Teatro, em 2005, ele promoveu três edições da Semana das Artes de Itaúna, com várias atrações, principalmente em espaços públicos e trouxe também ao município extensões do FIT/BH e também do Ecum.

Hoje, o diretor do Festival Nacional de Teatro de Itaúna é também coordenador de projetos da Associação Cultural Vânia Campos e do Ponto de Cultura Casa do Idoso, que funciona no Asilo Frederico Ozanan.

Regina Glória

A coordenadora de produção do Festival Nacional de Teatro de Itaúna, Regina Glória, atua nas artes cênicas desde 1988. Ela começou no Grupo Teatral Corpo & Alma, ao lado de Charles Telles e Sílvio Bernardes e já em 1990 foi convidada para integrar o extinto Comitê Pró-Arte, onde realizou diversos trabalhos como atriz. Em 1996, fundou a !nstável Cia. de Teatro juntamente com Marco Antônio Lara e Jerry Magalhães. Em Belo Horizonte, onde morou de 1991 a 2005, atuou como atriz, cursou História na PUC/MG, participou dos corais da PUC e da Fundação de Arte Madrigal Renascentista. Regina também teve participação na fundação da Associação Cultural Vânia Campos (ACVC), da qual é membro, e trabalhou no Departamento de Cultura da Prefeitura de Itaúna, de 2005 a 2008, com produção cultural e eventos. Participa do Conselho de Patrimônio Artístico e Histórico de Itaúna (Codempace) e atua como produtora no Ponto de Cultura Casa do Idoso. No Festival Nacional de Teatro de Itaúna, atua como produtora desde a primeira edição, em 2005. Juntamente com Charles Telles, é sócia da Poros Central de Produção, em Itaúna.

Experiência e compromisso com as artes cênicas

ESPETÁCULOS

Na comédia de Edgar, Alan Põe o Bico

Companhia P’atuá

Conhecido do grande público pelos personagens Setembrino, em “Cordel Encantado”, e Etelvino, de “Jóia Rara”, ambas as novelas da Rede Globo, o premiado dramaturgo Glicério do Rosário volta à cidade com uma montagem em que homenageia o gênero trágico. A peça é inspirada no poema “O Corvo”, de Edgar Alan Poe, considerado o “pai do terror” e busca aproximar teatro e literatura. Na história, um escritor sem público para as tragédias que costuma apresentar, resolve adotar a comédia como alternativa para ganhar dinheiro. Desesperado para alcançar o intento, quer tirar inspiração do pássaro de estimação, que é ateu, e passa a acreditar que ele seja o “mensageiro dos deuses”. Enquanto isso, Zé Prenúncio e Mal Agouro, dupla caipira de porta de açougue, divertem o público com vários improvisos.

O espetáculo é o segundo da Companhia P´atuá, responsável pelo consagrado “São Francisco de Assis à Foz”, que encantou o público na última edição do Festival Nacional de Teatro de Itaúna. “Na Comédia de Edgar, Alan Põe o Bico” estreou em novembro do ano passado no Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte.

Dramaturgia: Glicério do Rosário

Direção: Geraldo Octaviano

Elenco: Cláudio Márcio e Glicério do Rosário

Trilha original: Gilberto Mauro

Cenografia, figurinos e adereços: Eduardo Felix

Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho

Sonoplastia: Luiz Hermidas

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: 14 anos

Data: 17/07/2014 - Horário: 19h - Local: Teatro SESI Vânia Campos

Como a Gente Gosta

Maria Cutia

O amor e uma ciranda de paixões criada pelo cupido estão em evidência na peça “Como a Gente Gosta”, do renomado Grupo Maria Cutia. Rosalinda e Orlando são exilados pelo novo duque do reino em que vivem e, obrigados a deixar a corte, enfrentam vários perigos na floresta, ela acompanhada da prima Célia. Fantasiada de homem, a jovem vive diversas situações inusitadas ao lado de Orlando e tece uma trama para resolver as confusões criadas.

A montagem é livremente inspirada na obra de William Shakespeare e a produção, dirigida pelo experiente Eduardo Moreira, do Grupo Galpão, é uma comédia-musical em que as infinitas facetas do amor promovem joguetes filosóficos sobre o universo humano. O texto clássico foi adaptado pelo diretor, que também assina a dramaturgia do espetáculo, no qual quatro atores representam nove personagens. Como a Gente Gosta estreou em dezembro de 2011, em Belo Horizonte, e no ano seguinte circulou por mais de 30 cidades brasileiras.

Criado em 2006, o Grupo Maria Cutia se dedica à pesquisa do teatro de rua, foi contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz em 2009 e 2011 e com Prêmio Funarte Artes na Rua em 2010 e 2011, ano em realizou turnê pelos países africanos de língua portuguesa a convite do Ministério das Relações Exteriores.

Elenco: Mariana Arruda Hugo Araújo, Leonardo Rocha e Polyana Horta

Dramaturgia e Direção: Eduardo Moreira

Direção Musical: Hugo Araújo e Marco França

Trilha Sonora: Grupo Maria Cutia

Figurino: Wanda Sgarbi

Cenário: Wanda Sgarbi e Alexandre Amaral

Categoria: Rua - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: Livre

Data: 18/07/2014 - Horário: 16h - Local: Praça Dr. Augusto Gonçalves - Itaúna

A Mulher

Trupe do Descoco

Na montagem, inspirada no grande mestre da dramaturgia, Nelson Rodrigues, quatro rapazes narram as aflições de um paralítico às voltas com o ciúme compulsivo que tem da mulher, uma linda jovem. Obcecado com a ideia de que é traído, ele começa a pagar os empregados para que vigiem a esposa durante as 24 horas do dia. Ela, por sua vez, incomodada com a perseguição, resolve tomar uma decisão drástica e arquiteta um plano de fuga.

Na estrada desde 2007, quando deu início a um intenso trabalho na área das artes cênicas, a Trupe do Descoco foi contemplada em 2012 om o Edital Novas Cenas – Mostra Nelson Rodrigues da Secretaria de Cultura de Estado do Rio de Janeiro. Com esse prêmio, o grupo mergulhou no universo do renomado autor para criar o espetáculo, baseado na obra “A Mulher Sem Pecado”. A adaptação elaborada de uma maneira dinâmica ganha um ritmo intenso pela habilidade de atuação e direção.

Direção: Márcia Small Brasil

Elenco: Oberdan Lima Jr., Tiago Castro, Tião Gabriel, Richard Marx

Iluminação: Gustavo Valente

Figurino e trilha sonora: Márcia Small Brasil

Cenário: Luciano Araújo

Categoria: Palco - Origem: Angra dos Reis - RJ - Classificação: 16 anos

Data: 18/07/2014 - Horário: 19h - Local: Teatro SESI Vânia Campos

Aldebaran

Grupo Oficcina Multimédia

O espetáculo é inspirado na observação da atualidade, no que rodeia o homem desde o desequilíbrio ecológico até as distorções provocadas por falsos líderes, ditadores e detentores do poder. A ideia da produção é tratar a soma de desvios e arbitrariedades que desencadearam no planeta a desordem que gerou prejuízos à natureza e à saúde física e mental dos seres humanos. Aldebaran, estrela de altíssimo brilho, simboliza na montagem uma figura do bem em contraposição aos monstros, que sempre povoaram o imaginário das pessoas e motivaram sonhos e pesadelos. Estes têm papel fundamental porque permitem tratar da realidade pela ótica da fantasia e imaginação.

O Grupo Oficcina Multimédia foi criado 1977 pelo compositor Rufo Herrera, e a partir de 1983, sob a direção de Ione de Medeiros, mantém um permanente trabalho de corpo, voz, rítmica corporal, pesquisa de material cênico e vídeo, no processo de elaboração dos espetáculos. Entre os diversos espetáculos montados pelo GOM se destacam “Zaac e Zenoel”(1998), “A Casa de Bernarda Alba” (2001), “Bê-a-bá Brasil” (2007) e “As Últimas flores do Jardim das Cerejeiras” (2010). “Aldebaran” estreou em 2013, como parte das comemorações dos 35 anos de atividades do grupo.

Direção: Ione de Medeiros

Elenco: Arthur Camargos, Escandar Alcici Curi, Gabriel Corrêa, Henrique Mourão, Jhonathan Oliveira, Jonnatha Horta Fortes e Sérgio Salomão

Iluminação: Telma Fernandes

Trilha sonora: Francisco Cesar

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: 14 anos

Data: 19/07/2014 - Horário: 20h - Local: Teatro Sílvio de Matos

O Espetáculo Não Pode Parar

Quintal do Circo

O espetáculo tem a proposta de fazer com que o público reviva toda a magia, o encanto e os sonhos que envolvem o mundo do circo por meio da vida simples do Palhaço Pamonha. Com o humilde picadeiro guardado dentro de um triciclo personalizado, ele percorre ruas, praças e calçadas em busca de plateias. Quando encontra público, o simpático personagem apresenta com muita destreza uma sequência de números num repertório com muita música, dança, mágica, truques e malabarismos com o uso de chapéu, lenço, ovos, urso de pelúcia, bolinhas, guilhotina e facas. Uma grande atração para espectadores de todas as idades.

O Quintal de Circo foi fundado em 2007, por remanescentes da extinta Companhia de Palhaço, cujo trabalho sempre foi focado na pesquisa e estrutura da arte circense. A trupe já se apresentou com em inúmeros festivais e também integrou programas de televisão, como o “ABZ do Ziraldo”, na TV Cultura.

Direção/Atuação/Cenografia: Luciano Araújo

Figurino: Quintal do Circo

Roteiro: Márcia Brasil e Luciano Araújo

Iluminação: Gustavo Valente

Categoria: Rua - Origem: Angra dos Reis - RJ - Classificação: Livre

Data: 19/07/2014 - Horário: 10h30 - Local: Praça Dr. Augusto Gonçalves - Itaúna

Mas que história é essa?

Grupo Real Fantasia

Um pato tem um encontro surpreendentemente agradável com a morte. E, a história surreal e instigante é contada por dois artistas de rua, numa grande confusão e com muita música, malabarismos e acrobacia e ilusionismo em cena. Magia e mistério se misturam em meio às questões que intrigam o homem desde o início dos tempos. A linguagem escolhida, a do clown, ou palhaço, vem da crença da trupe de que este simboliza, mais do que qualquer outra figura da cena, o ser humano e a própria fragilidade diante do mundo repleto de forças supostamente superiores e misteriosas. Um cenário multifuncional, recheado de elementos surpresa e a trilha sonora original complementam o espetáculo, que funde circo e teatro.

O grupo Real Fantasia foi criado por Erica Buzelin, Marcelo Xavier e Boni da Mata, eixo central da trupe, que além de formação teatral, possuem também histórico acadêmico em áreas relacionadas à educação e arte. Pedagogos, psicólogos, educadores, todos os profissionais que atualmente compõem o grupo são também estudiosos da cultura e da arte, e possuem vocações individuais que complementam o trabalho em grupo dedicado ao universo da criança, através do teatro. Prêmio Usiminas/Sinparc de melhor ator.

Direção – Érica Lima e Marcelo Xavier

Texto – Érica Lima (Inspirado nas obras “O Pato, a Morte e a Tulipa” de Wolf Erlbruch e “A Grande Questão” de Bart Moeyaert)

Elenco - Marcus Vinícius e Rubens Ramalho

Cenário e figurinos – Marcus Vinícius do Carmo

Trilha sonora original – Fernando Muzzi

Iluminação – Marcus Vinícius do Carmo

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: Livre

Data: 20/07/2014 - Horário: 16h - Local: Teatro Sílvio de Matos

O Pequeno Grande Encontro

Cia Circunstância Circo-Teatro

Com dramaturgia inspirada em números tradicionais dos picadeiros, “O Pequeno Grande Encontro” é uma grande homenagem circo-teatro brasileiro, sobretudo à figura do palhaço. Acompanhados do mestre de cerimônias, Guimba e Bambulino realizam proezas e estripulias em contato direto com o público e apresentam releituras de números tradicionais como “O Romance de Pimpinela”, “O Homem do Terceiro Olho”, “Namoro na Praça”, “O Caveirão de Cubatão”, entre outras. A brincadeira, a surpresa e a alegria são as diretrizes desse espetáculo, que é um banquete aos sentidos de espectadores de todas as idades.

A Companhia Circunstância é formada por artistas que têm em comum a entrega à “arte de palhaços” e sempre investiu em formas autônomas de manutenção e produção. A trupe mantém parcerias com produtores e dialoga junto às redes colaborativas, apostando na arte de rua como foco importante de divulgação e sustentabilidade.

Concepção e roteiro: Luciano Antinarelli, Miguel Safe

Palhaços: Guimba e Bambulino

Mestre de Cerimônias: Diogo Dias

Direção: Companhia Circunstância

Categoria: Rua - Origem: Belo Horizonte - Classificação: Livre

Data: 20/07/2014 - Horário: 10h - Local: Distrito de Sta. Terezinha - Itatiaiuçu

Parada do Trem

Grupo Teatro Olho Nu

O espetáculo é embasado em longo trabalho realizado nas 50 estações ferroviárias compreendidas no trecho do antigo “Trem do Sertão”. Na montagem estão reunidas histórias, relatos, imagens, sons, objetos, cheiros, comidas, enfim, diversos elementos que remetem às lembranças que podem ser geradas pelos locais em que passageiros embarcavam ou desembarcavam nas velhas locomotivas. Para fazer a pesquisa, a equipe partiu de carro nos primeiros dias deste ano rumo a Montes Claros. De lá, seguiu por diversas localidades atendidas pela extinta Rede Ferroviária Federal, a antiga Central do Brasil. Além dos encontros que culminaram na criação dos personagens, a peça, que estreou em maio passado, com recursos do Prêmio Myriam Muniz, da Funarte, é embasada não só nos depoimentos, mas também em farta documentação que norteou a execução do projeto. Agora, espectador, basta você aceitar o convite e aproveitar bastante essa viagem!

Texto, Direção e Iluminação: Geraldo Octaviano

Elenco: Claudio Márcio, Júnia Pereira, Lucas, Pradino e Priscila Maria

Trilha sonora: Dário Marques e Samuel Marques

Figurinos de Mariana Blanco

Cenários: Daniel Hazan e Marcos Moura

Categoria: Rua - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: Livre

Data: 21/07/2014 - Horário: 19h - Local: Praça da Estação - Itaúna

180 Dias de Inverno

Companhia Afeta

De um lado, uma mulher atormentada por uma severa depressão, agravada pela anorexia bulímica. De outro, o marido dedicado e apaixonado, em uma batalha diária para salvar a amada e a si mesmo dos inimigos invisíveis. Esse é o pano de fundo do espetáculo “180 Dias”, baseado na obra “Minha Fantasma”, em que o artista plástico Nuno Ramos narra os meses em que cuidou da esposa Sandra.  Numa encenação minimalista recheada de sutileza e agressividade, três atores dão vida aos personagens Ele, Ela e o Outro, revivendo no palco os sentimentos contados pelo escritor.

A montagem, contemplada com o Prêmio Funarte Myriam Muniz em 2009, já foi assistida por mais de cinco mil pessoas. Premiado com os títulos de melhor espetáculo teatral, melhor trilha sonora e melhor iluminação, “180 Dias” já recebeu dez indicações em outras categorias, incluindo melhor diretor, melhor ator e atriz, melhor cenário e melhor espetáculo. A Companhia Afeta foi criada em 2009 e tem a proposta de trabalhar em constante renovação. Além de “180 Dias”, primeiro fruto dessa inquietação, o grupo mantém em repertório a trilogia de intervenções urbanas “Procure-se”, “Afete-se” , “Escute-se” e as performances “Viuvez em Capítulos”, “In Memoriam” e “Amar-elo”.

Direção: Nando Motta
Texto: Nuno Ramos
Dramaturgia: Antonio Hildebrando
Elenco: Ludmilla Ramalho, Camilo Lelis e Fabiano Persi
Cenário: Renato Bolelli e Beto Guilger
Figurino: Paolo Mandatti
Trilha Sonora Original: Barulhista

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: 16 anos

Data: 23/07/2014 - Horário: 10h e 19h - Local: Teatro SESI Vânia Campos

Mãe é Mãe

Descarga - Cia de Comédia

Sucesso de público em Itaúna e região, a comédia conta a história de Dona Arlete, uma mulher de meia idade, mãe de três filhos, aposentada e que sonha em ser a “garota propaganda” de um comercial de remédios contra hipertensão. Sempre à procura do que fazer, ela convive diariamente com os problemas em casa, como as confusões dos filhos e os desacatos da sogra, numa rotina repleta de dilemas e situações cômicas.

Direção e interpretação: Filipe Corrêa

Categoria: Palco - Origem: Itaúna - MG - Classificação: Livre

Data: 24/07/2014 - Horário: 19h - Local: Salão da Associação do Bairro Robert Kennedy - Itatiaiuçu

#140 ou Vão

Cia. Afeta

Com essa montagem, a Companhia Afeta leva ao palco uma narrativa crítica e bem humorada sobre as relações humanas atuais, os novos paradigmas e contradições levando em consideração principalmente o avanço da tecnologia. A peça conta a história de Vítor e Antônia, que completamente apaixonados após um encontro casual no elevador vão morar juntos, mas rompem o relacionamento com a mesma pressa de quando tudo começou. O espetáculo é o retrato de uma geração imediatista que constrói a vida a dois assim como lida com as novas tecnologias, a partir de um intenso e rápido romance que, como os protagonistas, nasceu durante a revolução digital. Fugaz, atropelado, compartilhado, social e urgente. Um amor que acabou de acontecer e já precisa dizer adeus.

Criada em 2009, em Belo Horizonte, do encontro do ator e diretor Nando Motta com a atriz, performer e produtora Ludmilla Ramalho, a Companhia Afeta nasceu de um desejo comum entre os dois artistas: dar vazão aos anseios criativos, lançando mão de várias estéticas, linguagens, referências, tecnologias, e conceitos em um movimento antropofágico amplo e irrestrito. O primeiro fruto dessa inquietação foi o espetáculo teatral 180 Dias de Inverno, baseado na obra “Minha Fantasma”, do paulista Nuno Ramos, também em cartaz no Festival Nacional de Teatro de Itaúna.

Direção: Nando Motta

Dramaturgia: Felipe Rocha

Elenco: Ludmilla Ramalho e Alexandre Cioletti

Cenografia: Ed Andrade

Trilha Sonora: Barulhista

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: 16 anos

Data: 24/07/2014 - Horário: 19h - Local: Teatro SESI Vânia Campos

A Primeira Dama da Costa Bela

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ

Segredos, desejos e mistérios são os principais elementos do espetáculo “A Primeira Dama da Costa Bela”, sobre os moradores da Casa Amarela, residência oficial onde vivem Alfred Bolancha e Verônica Stiller, personagens principais dessa trama. Ele, presidente do país fictício da América Central e ela, a esposa, é uma artista plástica impedida de pintar por ordem do partido do marido para que sejam evitadas discussões sobre a suposta superioridade intelectual feminina. Verônica vive em dúvida sobre manter o casamento ou abandonar tudo e ir para Cuba. E esse é o mote da peça, que aborda os conflitos existenciais de uma mulher cuja arte é alvo da censura política.

Então, que tal entrar na Casa Amarela e conhecer o cotidiano dessa família, que no cotidiano convive também com um mordomo excêntrico, uma senhora vaidosa e exuberante, além de uma talentosa cozinheira? O convite parece interessante, mas vem acompanhado de um aviso: nesse lugar tudo é possível, então é bom estar preparado. A comédia, do grupo de teatro formado por alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro pretende convidar o público para uma experiência única, imperdível e delirante, com uma história irreverente, fortes emoções, dramas exagerados, apelo musical, maquiagem carregada e figurinos solenes e pomposos.

Direção e dramaturgia: Davi Giordano

Assistência de direção: Gabriel Morais

Elenco: Daniel Cintra, Débora Amorim, Gabriel Morais, Judson Feitosa, Pedro Wolmeister, Giuliana San Martini

Iluminação: Vítor Hugo

Cenografia Vanessa Alves

Figurino: Raquel Novaes

Categoria: Palco - Origem: Rio de Janeiro - RJ - Classificação: 14 anos

Data: 25/07/2014 - Horário: 20h - Local: Teatro Sílvio de Matos

La Vie en Rose

Companhia da Casa Amarela

Ainda menina e com a vida bruscamente transformada pela guerra, Rose perdeu a família e não sabe mais qual destino seguir. Jean-Pierre é um sério e correto soldado. Em meio ao drama, os dois personagens se encontram e diante das adversidades que enfrentam, principalmente das saudades dos parentes, acabam se aproximando. A partir daí, as brincadeiras, sonhos e devaneios, que povoam a mente do guarda junto a odores, sons e imagens da infância, fazem com que ele desperte da condição letárgica com a qual enfrenta a vida adulta. Inspirado na canção que ganhou o mundo na voz da cantora francesa Edith Piaf, “La Vie en Rose” já foi contemplado com prêmios de melhor espetáculo, direção, atriz, iluminação e texto inédito, além de ser considerado como um dos melhores espetáculos no Festival Nacional de Teatro de Blumenau, em Santa Catarina, uma das mais importantes mostras de artes cênicas voltadas para crianças.

Com 19 anos de estrada, a Companhia da Casa Amarela tem como foco o teatro poético para crianças e jovens por meio de uma linguagem própria, autêntica e diferenciada e já contabiliza mais de 100 prêmios, entre os quais, três troféus Mambembe e três da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Texto, Direção e Atuação: Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues

Coreografia: André Perosa

Maquiagem: Carol Calil

Cenografia e Figurinos: Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues

Categoria: Palco - Origem: Cantanduva – SP - Classificação: Livre

Data: 26/07/2014 - Horário: 20h - Local: Teatro Sílvio de Matos

Pavão Misterioso

Grupo Teatro Circular

A peça aborda o caso de amor proibido entre dois jovens, que por causa das barreiras impostas ao romance pelo pai da moça, fogem em um aeroplano em forma do pássaro que dá nome à montagem criada a partir do texto de Benjamin Santos. A história levada ao palco é uma adaptação do cordel “O Romance do Pavão Misterioso”, de José Camelo de Melo Resende e constitui um verdadeiro apanhado de referências à cultura popular.

O espetáculo conta a saga de Evangelista, um corajoso nordestino, apaixonado com Creuza. Filha de um conde, a donzela vive trancada no quarto e só pode sair de casa por uma hora, uma vez por ano. Mas, os desafios não vão desanimar o rapaz, que desenvolve uma estratégia para driblar as dificuldades e ficar com a condessa.

O Grupo Teatro Circular desenvolve oficinas para professores da educação infantil e do ensino fundamental, oficinas de teatro para escola de ensino regular e para as comunidades, teatro empresarial e intervenções. Trabalha o teatro de rua e utiliza o teatro laboratório e a arte circense na preparação do ator.

Direção e adaptação: Rubens Xavier

Texto: Benjamin Santos

Elenco: Ana Dell Gáudio, Ellen Vellute, Clerisson Silva e Héber Loback

Música: Pedro Delgado e Rubens Xavier

Cenário e bonecos: Elves Henriques

Figurino: Teatro Circular

Categoria: Rua - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: Livre

Data: 26/07/2014 - Horário: 16h - Local: Itatiaiuçu - Praça São Francisco

As Rosas no Jardim de Zula

Zula Companhia de Teatro

A partir da história real de uma mulher que abandona os filhos e passa a morar nas ruas, a Zula Companhia de Teatro propõe a reflexão sobre a condição do sexo feminino na sociedade atual. Rosângela, a personagem central, é mãe de uma das atrizes do grupo e em dois anos longe de casa, conviveu com o universo das drogas, prostituição e violência.

As experiências são relatadas com maestria na montagem, que, criada como uma espécie de esquete para o Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, foi transformada em peça devido ao sucesso obtido na mostra. Premiada em Curitiba e Manaus, “As Rosas no Jardim de Zula” estreou em agosto de 2012, no Sesc Paladium, em Belo Horizonte, sendo selecionada pela Fundação Municipal de Cultura da capital mineira para uma série de apresentações nos centros culturais da cidade.

A Zula Cia. de Teatro foi criada em julho de 2010, com a proposta de realizar um trabalho autoral implementou uma linguagem que aos poucos vem ganhando força no Brasil que é o “Teatro Documentário”. A base é a criação de dramaturgia original, investigação do uso da realidade no teatro, aprofundamento e sofisticação do uso de material documental em jogo com o material ficcional, pesquisa sobre o uso do épico.

Idealização: Talita Braga

Realização: Zula Cia. de Teatro

Coordenação de Produção: Talita Braga

Produção Executiva: Andréia Quaresma

Direção: Cida Falabella

Elenco: Andréia Quaresma e Talita Braga

Dramaturgia: Zula Cia. de Teatro e Cida Falabella

Categoria: Palco - Origem: Belo Horizonte – MG - Classificação: 12 anos

Data: 27/07/2014 - Horário: 19h - Local: Teatro Sílvio de Matos

EXPOSIÇÃO

EXPOSIÇÃO EM HOMENAGEM À ATRIZ ILMA NOGUEIRA

A atriz itaunense Ilma Nogueira, que durante mais de uma década deu vida à simpática Emengarda, é a grande homenageada do 6º Festival Nacional de Teatro de Itaúna. A carismática personagem será lembrada em uma exposição que vai ficar aberta à visitação pública entre os dias 21 e 30 de julho, na galeria do Espaço Cultural. A mostra será composta por figurinos, objetos e fotografias, entre outros itens, que fizeram parte da carreira da artista, que faleceu em junho do ano passado, aos 56 anos.

Data: 21 a 30 de julho

Local: Espaço Cultural

Data: //--

Valor dos ingressos

Espetáculos: R$20,00 (inteira) / R$ 10,00 (pessoas acima de 60 anos ou em posse da carteira de estudante)

Ficha técnica:

Direção geral: Charles Telles

Direção de Produção: Regina Glória

Curadoria: Charles Telles e Richard Santana

Coordenação técnica: Marco Antônio Lara

Secretária: Rosângela Machado da Silva

Produção: Filipe Corrêa, Rosângela Machado da Silva, Carla Virgínia

Assistentes de Produção: Ayryene Teles, Helena de Freitas, Paula Burrini

Fotografia: Luiz Felipe

Assessoria de Imprensa: Michelle Adelário

Técnico de Luz: Ari Lima

Programação Visual: 42 Publicidade

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Telefone: (37) 3241-0463

E-mail: festivalnacionalitauna@gmail.com

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